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"Odeio Rodeio" 

RODEIO –  LAÇOS DE TORTURA

Não há pior forma de conivência do que silenciar diante da crueldade utilizada para entretenimento.     

Nos rodeios,  pobres criaturas de Deus que já nascem sem escolha são conduzidas ao “Coliseu Brazuca” para serem submetidas a várias técnicas importadas de atiçar seus instintos de defesa e destacar a bravura do ser humano no domínio desses instintos para encanto de uma platéia de gosto duvidoso bem ao estilo do Velho Oeste hollywoodiano. A bestialidade humana importada  é adicionada à pobreza de criatividade ao copiar péssimos exemplos estranhos à nossa cultura. 

A variedade de instrumentos de “tortura preparatória” é muito grande:

Agulhadas elétricas, unguentos cáusticos, objetos pontiagudos colocados sob a sela, etc tudo visando um "bom espetáculo", ou melhor, um bom “show” já que tudo é cultura importada desde os chapéus de cowboy até o gênero musical que anima o evento. O pobre animal é forçado a ter um comportamento selvagem e frenético para que os promotores tenham seu faturamento garantido, pois, afinal de contas, quanto mais “emoções” maior a platéia.

Não há argumentos que justifiquem, mas sim tentativas de “explicar” como fazem alguns promotores como se houvesse alguma diferença entre essa arena e um matadouro em termos de martírio. A explicação já surrada de que tratam bem seus animais para serem saudáveis e possam ser utilizados é uma inversão total da lógica, ou seja, os meios justificam os fins. 

Pobres bezerros laçados quando estão desenvolvendo uma velocidade de fuga tem seus pescoços tracionados para trás pelo laço, ocasionando ferimentos graves no pescoço e costas, não raramente provocando ossos quebrados e hemorragias internas. O destino do pobre animal é tão cruel como os promotores do evento: o sacrifício que colocará fim ao longo calvário que se inicia muito antes de entrarem na arena.

Muitos desses animais não possuem a chamada “agressividade natural” e passam a utilizar a alternativa do ataque como resultado das incontáveis horas de treino sem nenhuma supervisão regulamentar. O resultado é o destaque para a coragem do cowboy ao exercer o domínio da fúria induzida. 

O que poderia ter permanecido sem nenhuma saudade no século XIX da cultura rural norte-americana e chegou aos nossos dias é absorvido sem nenhum constrangimento como se houvesse necessidade de importação por parte de uma sociedade que tem a “Farra do Boi” como um dos ícones de maus tratos.  

                                                                      Boi levando choque antes de entrar na arena

 

A cumplicidade entre uma platéia ensandecida e a omissão de meios de comunicação é inaceitável quando poucas vozes na mídia se manifestam diante do poder econômico dos promotores que contam com a contribuição interesseira de grandes verbas publicitárias de marcas consagradas.  

Formadores de opinião que seriam de uma ajuda inestimável pensam duas vezes antes de  se manifestar contra um evento que tem o patrocínio de grandes anunciantes que geram faturamento para seus patrões.  

 

 

Enfim, a omissão perpetua a tragédia que ocorre quando a crueldade é a “marca registrada” da incapacidade do ser humano em conviver com seus irmãos irracionais. Na arena ou na churrascaria temos a evidência sinistra de que a produção de cadáveres diverte e alimenta.

 

 

Não acredita na maldade contra os animais? Veja os vídeos (são chocantes!)

[ A Verdade sobre os Rodeios ]

[ Prova do Laço de Bezerros ]

[ Prova da Montaria  ]

[ Música de Chico Cesar "ODEIO RODEIO" ]

                                                                                                                                            

             


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